Os barranqueiros do rio São Francisco têm voz altiva e têm esse espaço para expressar seus sentimentos, lamentos, projetos e reivindicações. Aqui aceita-se notícias, fotos, críticas, poesias, músicas, vídeos e tudo mais que possa fazer a voz do beiradeiro ecoar pelos rincões do planeta.
sábado, 31 de dezembro de 2011
OPOSIÇÃO QUER INVESTIGAR CUSTO DA PRINCIPAL OBRA DO PAC
A realização de nova licitação no valor de R$ 1,2 bilhão para tentar concluir a transposição do São Francisco, obra símbolo do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), mobilizou a oposição que quer investigar o aumento de 40% no custo inicial do projeto no Congresso. “É vergonhoso, quem conhece a obra sabe que não vai parar por aí”, disse o líder do DEM, deputado ACM Neto. Na reabertura do Congresso, em fevereiro, os oposicionistas reapresentarão requerimentos de convocação do ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, para que ele dê explicações sobre o descontrole de gastos com a principal obra do PAC. “Vamos fazer uma sabatina da incúria governamental”, avisa o presidente do PPS, deputado Roberto Freire (SP), para quem a transposição das águas do São Francisco é o maior exemplo de má gestão, projetos defeituosos e licitações equivocadas do atual governo. Ele ressalta que o aumento de gastos é tão exorbitante que nem aditivos contratuais podem ser feitos porque excedem o limite legal de 25%. (Agência Estado)
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
MAIS DINHEIRO PARA OBRAS DE TRANSPOSIÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO
O governo federal fará uma nova licitação bilionária de obras já sob responsabilidade da iniciativa privada para tentar concluir as obras de transposição do Rio São Francisco em mais quatro anos, informa o Estado de S. Paulo. O ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, afirmou ao jornal que o custo estimado da operação é de R$ 1,2 bilhão. O titular da pasta é o responsável pela obra mais cara do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) financiada com dinheiro dos impostos. Iniciada em 2007, a obra era considerada um dos grandes projetos do então presidente Lula e prevê o desvio de parte das águas do São Francisco por meio de mais de 600 quilômetros de canais de concreto para quatro Estados: Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco. Reportagem do mês passado do mesmo jornal revelou obras paralisadas, em ritmo lento e até trechos onde os canais precisarão ser refeitos, como é o caso de 214 metros em que as placas de concreto se soltaram por entupimento num bueiro de drenagem. Já foram gastos até o momento R$ 2,8 bilhões e o custo inicial, estimado em R$ 5 bilhões, passou para R$ 6,9 bilhões, com a nova licitação incluída. (Bahia Notícias)
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
REFORMA DO PORTO DE JUAZEIRO SE ARRASTA POR SETE MESES
E a obra de reforma do porto fluvial de Juazeiro continua se arrastando desde o mês de maio.
Sob responsabilidade do DERBA - Departamento de Infraestrutura de Transportes da Bahia, a reativação do terminal portuário de Juazeiro, que foi construído ha dez anos e nunca funcionou, está andando a passos de tartaruga e mesmo assim o DERBA promete entregar o porto pronto pra funcionamento agora, em janeiro de 2010.
Juazeiro poderá ganhar muito com a reativação do seu porto, já que por aqui poderão ser escoados vários produtos produzidos no oeste da Bahia, a exemplo de milho, soja e algodão, tanto em grãos, como em subprodutos.
Primeiro o estado gasta 8 milhões para construir o porto. Depois deixa abandonado, os vândalos saqueiam tudo que podem, depois o estado investe mais quase dois milhões pra recuperar tudo e colocar em operação.
A sociedade espera que o governo dê condições ao DERBA pra concluir logo essa reforma e colocar o porto em operação. E esperamos que o estado não deixe o nosso porto passar mais dez anos parado, enquanto investe numa ferrovia que ligará o oeste do estado ao litoral, por onde pretende transportar os mesmos produtos que queremos transportar do oeste aqui pelo porto.
Wagner Silas da Silva Martins - Engenheiro e Professor
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
MINISTÉRIO DA SAÚDE AMPLIA ACORDO PARA REDUÇÃO DE SÓDIO NOS ALIMENTOS
Termo de compromisso com indústria alimentícia prevê redução gradual do nutriente em mais sete categorias
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, acertou com a indústria alimentícia a ampliação do acordo para a redução de sódio nos alimentos. O documento acrescenta sete novas categorias de produtos à lista inicial, de dezesseis variedades, divulgada em junho. São elas batatas fritas e batata palha, pão francês, bolos prontos, misturas para bolos, salgadinhos de milho, maionese e biscoitos (doces ou salgados).
As mudanças serão feitas de maneira gradual e as metas de redução precisam ser cumpridas até 2014 ou 2016, dependendo do produto.
Segundo Padilha, o acordo reforça a tentativa do governo junto às indústrias de alcançar, até 2020, o consumo diário de sal recomendado pela Organização Mundial da Saúde, que é de, no máximo, cinco gramas ao dia por pessoa. De acordo com o Ministério da Saúde, o consumo do brasileiro é, em média, 9,6 gramas diárias de sal, sendo que, a cada grama de sal, há 400 miligramas de sódio.
Para o ministro, trata-se de uma medida de prevenção para doenças cardiovasculares, hipertensão e até alguns tipos de câncer. Dados da Vigilância de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) de 2010 mostraram que a hipertensão arterial atingiu 23,3% dos brasileiros maiores de 18 anos, e problemas cardiovasculares foram responsáveis por 319.000 mortes no país em 2009. (Veja)
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Secretaria de irrigação e IF Sertão se juntam para garantir renda aos pescadores de Petrolina
Trinta famílias das comunidades Pedra Grande, Vila Salu e Porto da Ilha, em Petrolina,fazem parte do projeto de piscicultura desenvolvido através de uma parceria entre a Secretaria de Irrigação do município e o Instituto Federal do Sertão de Pernambuco (IF-Sertão PE). A proposta é fazer com que estas pessoas produzam peixes em tanques-rede e possam comercializar a produção na região. Durante todo o processo, os participantes do projeto recebem capacitações e orientações.
“Este programa nasceu da necessidade de levar para as pequenas comunidades, para o mais simples projetos, iniciativas que pudessem beneficiar Petrolina”, destaca o prefeito Júlio Lóssio.
Ao todo são 45 tanques-rede. A expectativa é que os alevinos de tilápia recebem ração durante dois meses e, em cerca de seis meses, possam atingir o tamanho ideal para a comercialização. Além de gerar trabalho e renda para as famílias, o projeto também pretende contribuir para a revitalização do rio São Francisco.
“O programa possibilita a independência financeira de toda comunidade. Estamos inseridos numa região ribeirinha e uma das atividades que poderia tornar nossa comunidade auto sustentável é a criação de peixes. Estamos dando um importante passo”, avalia o líder comunitário Adenilton Dourado. (Da Ascom PMP)
sábado, 10 de dezembro de 2011
LUTAR PELA FLOR, PARA QUE NÃOS NOS ARRANQUEM A VOZ
É sabido por todos que temos vivido, em Petrolina, um momento delicado no que diz respeito à atuação da imprensa e seus preceitos democráticos da liberdade de expressão.
Temos, há algum tempo, trabalhado sobre um campo minado no qual, a qualquer momento, jornalistas, radialistas, blogueiros podem receber processos judiciais por terem desagrado no que disseram, no que escreveram.
E foi nesse contexto de desafio e afronta à liberdade de expressão, sobretudo pelas dezenas de processos que ora enfrentamos – o Blogfolha, Folha do São Francisco e o Blog de Carlos Britto -, que a imprensa resolveu se reunir e unir-se em torno da luta pela ampla liberdade de expressão garantida pela Constituição em nosso estado de direito democrático.
Reunimo-nos e decidimos que lutaríamos juntos para garantir, em Petrolina e no Vale do São Francisco, tal direito.
Iniciamos, portanto, com essa junção relevante e histórica no Vale, a campanha democrática e conseguimos adesão de muitas pessoas de vários lugares – desde a imprensa de Pernambuco até de jornalistas de outras partes do país.
Em meio a essa articulação, foi-nos proposto que iniciássemos um diálogo com as partes, de modo a buscarmos um entendimento, no qual os desagrados fossem postos à mesa da negociação.
Aceitamos a proposta de trégua e,como deve ter sido perceptível aos olhos e ouvidos da população do Vale do São Francisco, passamos alguns dias sem promover o debate público, dedicando-nos aos diálogos – com o absoluto respaldo de todos os membros da imprensa que se uniram em torno dessa luta.
Em princípio, desejo agradecer muito sinceramente aos intercessores em todo o processo de negociação.
Foi, relamente, uma honra termos pessoas- de tão grande importância para a história de Petrolina e de todo o Vale do São Francisco- empenhadas em buscar o diálogo e em selar a paz, nesse momento em que os ânimos excederam o entendimento da lógica e da legalidade constitucional democrática.
Efetivamente, foram dias de intensas tentativas de negociação dessas pessoas para que os processos judiciais contra os jornalistas fossem retirados.
E a coisa parecia avançar muito bem.
No entanto, ao chegarmos ao momento final, poucas horas antes de enfrentarmos mais uma audiência judicial (visto que já vivemos algumas nas quais fomos condenados a retirar matéria do ar e também a pagar indenizações), ficamos sabendo que a decisão do grupo que pertence ao governo municipal que nos processou pela matéria postada em abril deste ano, a qual tratava de “O Ministério Público Federal investiga permuta irregular de terreno da União possivelmente realizada sem o devido procedimento licitatório” seria a retirada dos processos apenas do Blogfolha, Folha do São Francisco e Vera Lúcia Medeiros.
Com relação a Carlos Britto e Plena Comunicações – também processados por ter Britto transcrito a matéria do Blogfolha – a informação é que não haveria acordo para a retirada de processos.
Percebendo a incoerência na decisão final, recusei-me absoluta e imediatamente a protocolar qualquer espécie de acordo que livrasse somente a mim, Vera Lúcia Medeiros, dessa luta judicial, deixando o colega Carlos Britto sozinho na batalha.
Seria absurdo e nada ético permitir que, por ter reproduzido uma matéria que eu publiquei, Britto passasse a ser execrado, enquanto eu fosse liberada dos processos.
Some-se a isso o fato de a própria Justiça, através do juiz Iure Pedroza Menezes, ter tomado a “Decisão Interlocutória”, baseada no artigo 113 do Código Civil com relação aos processos. Tal decisão quer dizer que, sendo todas as ações geradas de uma mesma causa,serão todas julgadas juntas.
Portanto, mostra-se contraditório que a Justiça julgue igual aquilo que querem acordar de forma diferente.
A decisão que tomei em não aceitar o acordo não diz respeito a qualquer fato de ordem pessoal, política ou qualquer que desejem argumentar fora daquilo que pleiteamos com a união da imprensa do Vale do São Francisco – que é a legitimidade da nossa liberdade de expressão, a legitimidade do respeito ao nosso trabalho e ao nosso compromisso com a sociedade.
Tenho certeza de que qualquer outro colega da imprensa teria essa atitude ante o que foi exposto.
Desejo, aqui, reiterar os versos de Eduardo Alves da Costa, em seu poema “No Caminho, com Maiakovski”, escrito nos anos de ditadura militar no Brasil:
“Na primeira noite, eles se aproximam
e roubam uma flor
do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem:
pisam as flores,
matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia,
o mais frágil deles
entra sozinho e nossa casa,
rouba-nos a luz e,
conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada.”
Assim, fica evidente que não podemos abrir mão de lutar pela unidade nesse processo democrático pelo qual muitos deram suas vidas, na história deste país.
Se nos acovardarmos em lutar pela flor, é certo que, a qualquer momento, podem nos arrancar a voz da garganta. E daí, como diz poeta, já não poderemos dizer mais nada.
Por: Vera Lúcia Medeiros
Trecho do documento da tentativa de conciliação e documento da Decisão Interlocutória:
Empresa de Santa Catarina denuncia: ganhou licitação, forneceu materiais do saneamento, mas não foi paga pela Prefeitura de Juazeiro
A empresária Iriana C. Koch Tonin, representante da empresa catarinense Hidroluna Materiais para Saneamento, escreveu ao Folha para denunciar que, apesar de ter ganhado licitação, de ter fornecido material para a execução do saneamento de Juazeiro em 2010, nada recebeu da Prefeitura como pagamento.
Em seu texto, a senhora Iriana afirma que a prefeitura não lhe dá previsão de pagamento, porém, segundo a empresária, outras empresas que não passaram por licitação estão recebendo pagamento da Prefeitura.
Além disso, a empresa enviou ao Folha números de notas fiscais, materiais fornecidos e, também, a informação de que a Prefeitura foi processada pela empresa em maio deste ano. Listou,ainda, o nome de outras empresas que estariam, também, na mesma situação.
Leia a denúncia da empresária, feita no primeiro texto:
A prefeitura de Juazeiro nos deve há 10 meses e não tem previsao de pagamento.
Essa é a situação de vários fornecedores, inclusive grandes empresas como Mexichem,Amanco, ABS BOmBas, Tigre, EBara Bombas, Bulgatti.
Todos forneceram através de licitação pública, cumpriram todas as exigências, mas, na hora do pagamento, nem uma satisfação!
Ninguém atende as ligações e correspondências.
É um abusurdo o que está acontecendo aí no municipio de Juazeiro, é muito irresponsabilidade. E a lei de responsabilidade fiscal, como fica?
Gostaríamos de saber se o seu blog poderia publicar algo referente a esse problema, vamos enviar release inclusive para a revista Veja.
Já entramos com a ação judicial, porém sabemos que a justiça é lenta e deve demorar mais de 5 anos para recebermos. Gostaríamos de pressionar a prefeitura para que seja tomada alguma atitude e eles honrem com os compromissos assumidos com as empresas idôneas, que participaram de licitação pública.
Estive olhando no site da transparência e lá estão registrados diversos pagamentos para fornecedores sem licitação.
Como pode? As empresas que participam de licitação não recebem e as que não participam são contratados por inegibilidade recebem em dia!!!
Iriana C. Koch Tonin
Em seguida, o Folha solicitou que a empresa enviasse notas e referências para que se pudesse fazer uma busca de informação nos documentos oficiais postados pela prefeitura no Diário do município.
O Folha recebeu, então, os seguintes dados:
A empresária informa que as notas fiscais com o comprovante de entrega foram protestadas,mas não houve resposta da Prefeitura, tendo sido lavrado o registro pelo Ofício de Protestos, na data de 02/05/2011.
De acordo com Iriana Koch, o número do contrato de licitação é 105/2010 – assinado com duas testemunhas, com nota de de empenho 3219/2010.
Apesar de todas essas informações; inclusive, no tocante ao protesto do débito feito pela empresa contra a Prefeitura de Juazeiro em maio de 2011, constatamos, no Diário Oficial de Juazeiro, datado de julho deste ano, em que a Prefeitura faz uma retificação no processo.
O Folha buscará mais respostas oficiais, para esclarecer o porquê dessa retificação, mesmo depois de todos esses procedimentos e fornecimentos por parte da empresa em questão.
FONTE: http://carlossena210.blogspot.com/
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Parques Eólicos geram empregos no Piçarrão - Sento-Sé
O interior do estado da Bahia ganhará cinco parques eólicos com financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
O financiamento aprovado foi de R$ 297,4 milhões, equivalente a 70% do valor toal do projeto, que é de R$ 423,3 milhões. Todas as cinco unidades incluem-se no complexo de 14 centrais eólicas vencedoras do 2º Leilão de Energia de Reserva, em 2009, controladas pela Renova Energia S/A, sendo que as outras nove já haviam adquirido financiamento do BNDES em 2010.
Para a operação de cada parque haverá uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) responsável. Cada uma delas fará investimentos socioambientais, incluindo capacitação profissional e cursos nas comunidades locais do interior baiano. Geralmente, a SPE é utilizada para minimizar o risco financeiro de um empreendimento.
A fonte de energia renovável beneficiará a população e ainda reduzirá o impacto ambiental. Devido ao projeto, também será minimizado a utilização de combustíveis fosseis e, consequentemente, haverá redução nas emissões de CO2.
Os parques eólicos servirão como complemento ao abastecimento de energia convencional. Estima-se que o projeto também favoreça a criação de 1.468 empregos durante a construção e operação do empreendimento. Além disso, favorecerá o aumento de renda e crescimento do comércio local.
Os investimentos do Grupo Renova levarão à instalação de um total de 294,4 MW e já deve entrar em operação a partir de julho de 2012. Com informações da Folha e do BNDES.
Fonte: Ciclovivo.com
SENTO SÉ
Três Centrais estão sendo construidas. Na região do São Pedro e Piçarrão, já foram contratados algo em torno de hum mil duzentos trabalhadores para diversas funções. Motoristas, auxiliares de escritorio, RH entre outros.
Investindo em novas alternativas de geração de energia: energia eólica
Fiel ao seu compromisso com o desenvolvimento sustentável do Brasil, a Brennand Energia, por meio de geração elétrica limpa e renovável, desenvolve projetos para geração eólica de energia, que vem consolidando-se nos países desenvolvidos e como uma promissora fonte geração para a região Nordeste do país.
O consórcio constituído entre a Brennand Energia, a Brennand Energia Eólica S.A. e a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (CHESF) surgiu com o objetivo de desenvolver e operar três parques eólicos com capacidade total de 90 MW.
Pedra Branca Sento Sé - BA 30 106,872 31,85%
São Pedro do Lago Sento Sé - BA 30 118,26 35,25%
Sete Gameleira Sento Sé - BA 30 110,37 32,90%
Total: 90 335,51 100,00%
DADOS: site Brennand energia.
FONTE: http://www.sentosenoticias.com/2011/11/parques-eolicos-geram-empregos-no.html
DILMA ENTRA NA HISTÓRIA
Gilberto Dimenstein
A queda do ministro do Trabalho não é apenas o resultado de uma postura da presidente Dilma Rousseff, disposta a correr riscos em sua base parlamentar e até na sustentação de Lula ou do PT, disparando contra ministros. Só esses fatos já a colocam na história como a presidente que mais mandou gente embora no primeiro escalão, por questões de moralidade, em tão pouco tempo. É uma serial killer.
Não é por acaso que a imagem internacional de Dilma está nas alturas. Mas a verdade vai além, muito além apenas do gesto presidencial.
Há uma visão no Brasil de que somos um país infestado de corrupção. Verdade. Mas soma-se a isso a ideia de que somos impotentes, vencidos pela pilantragem. Mentira.
O que está acontecendo é a consequência de uma sociedade mais informada, atenta e articulada, na qual a imprensa exerce um papel de fiscalização.
É um caminho sem volta. E serve para todos: das ongs ao empresários, passando pela imprensa.
Dai que, até aqui, Dilma, que não é um exemplo de poder comunicador, está conseguindo, não com palavras mas com gesto, comunicar esse novo país que lhe caiu nas mãos, graças quase que exclusivamente a Lula, responsável pelos ministros que ela dizimou.
FONTE: http://blogdomeireles.com.br/
SALÁRIO MÍNIMO DEVERIA SER DE R$ 2.349,26, CALCULA DIEESE
SÃO PAULO – O salário mínimo necessário para o trabalhador suprir despesas básicas como alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, como determina a Constituição Federal, deveria ser de R$ 2.349,26. O cálculo foi feito pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) com base no preço mais alto da cesta, verificado em Porto Alegre em novembro, de R$ 279,64.
O valor do salário calculado pelo Dieese corresponde a 4,31 vezes o mínimo em vigor, de R$ 545,00 – montante superior ao de outubro, quando o calculado pelo Dieese fora de R$ 2.329,94. Em novembro de 2010, o mínimo necessário era de R$ 2.222,99 ou 4,35 vezes o mínimo vigente de R$ 510,00.
Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional da Cesta Básica, que mostrou que das 17 capitais pesquisadas, o preço subiu em 15 cidades.
leia na íntegra: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia%20brasil,salario-minimo-deveria-ser-de-r-234926-calcula-dieese,94755,0.htm
Projeto quer resgatar história de locais em Petrolina e Juazeiro
Vários locais que fazem parte da história dos municípios de Juazeiro e Petrolina não possuem suas histórias conhecidas pela população. Foi questionando esse fato que surgiu o Projeto “Zoom”, desenvolvido pelo Colégio Geo Petrolina com estudantes da 1ª série do ensino médio.
De acordo com o coordenador do projeto, Genivaldo Nascimento, a proposta de pesquisa para os estudantes partiu da ideia de buscar informações sobre o local em que vivem. Outro ponto importante foi pensar em um material que pudesse divulgar espaços importantes das duas cidades.
O trabalho reúne fotografias, textos em português e inglês de espaços que ajudam a contar parte da história da região. A ideia, que surgiu no início de 2011, resultou no catálogo que foi lançado sexta-feira (2), no auditório da Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape). Na ocasião, os estudantes apresentaram sobre o local que ficaram responsáveis por pesquisar.
O material foi produzido em edição limitada com 500 exemplares, que serão distribuídas, gratuitamente, para algumas instituições de ensino e locais para a divulgação turística das duas cidades, como hotéis, secretarias de cultura.
FONTE: http://www.carlosbritto.com
Secretaria de Educação de Casa Nova (BA) e Selo Unicef desenvolvem projeto sobre convivência com semiárido em escola da rede municipal
Uma iniciativa que busca a valorização e conhecimento da região onde se vive. Este foi o objetivo do projeto “Educação para a Convivência com o Semiárido”, desenvolvido entre a Secretaria de Educação de Casa Nova (BA) e o Selo Unicef, que aconteceu na última sexta (02) na Escola Municipal Solon Xavier.
O tema do projeto, desenvolvido durante todo o ano eletivo, foi “Saúde na Escola, na Família e na Comunidade”.
Os alunos participaram ativamente das atividades apresentado produções como cordel, pesquisas de campo, entrevistas com profissionais de saúde, oficinas, palestras e paródias.
Durante as atividades foram desenvolvidas, também, ações do Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE) que contribui para a formação integral dos estudantes por meio de ações de prevenção, promoção e atenção à saúde. Através do projeto são realizadas ações de promoção da saúde sexual e da saúde reprodutiva de adolescentes e jovens, articulando os setores de saúde e de educação. Com isso, espera-se contribuir para a redução da infecção pelo HIV/DST e dos índices de evasão escolar causada pela gravidez na adolescência (ou juvenil), na população de 10 a 24 anos. (Da Ascom PMCN c/foto)
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Governo abandona obras de transposição do São Francisco após vitória de Dilma, denuncia jornal
Cenário de propaganda eleitoral da presidente Dilma Rousseff e responsável por parte de sua expressiva votação recebida no Nordeste, a transposição do Rio São Francisco foi abandonada por construtoras e o trabalho feito começa a se perder. Reportagem do jornal O Estado de S. Paulo percorreu alguns trechos da obra em Pernambuco na semana passada e encontrou estruturas de concreto estouradas e com rachaduras, vergalhões de aço abandonados e diversos trechos em que o concreto fica lado a lado com a terra seca do sertão nordestino.
O Ministério da Integração Nacional afirma que é de responsabilidade das empresas contratadas a conservação do que já foi feito e que caberá a elas refazer o que está se deteriorando. Informa ainda que vai promover novas licitações em 2012 para as chamadas obras complementares, trechos em que a pasta e as empreiteiras não conseguiram chegar a um acordo sobre preço. Segundo o ministério, as obras estão paralisadas em 6 dos 14 lotes e em um deles o serviço ainda será licitado. Informações do Estadão.
Governo abandona transposição do São Francisco após eleição de Dilma
Eduardo Bresciani e Wilson Pedrosa
Cenário de propaganda eleitoral da presidente Dilma Rousseff e responsável por parte de sua expressiva votação recebida no Nordeste, a transposição do Rio São Francisco foi abandonada por construtoras e o trabalho feito começa a se perder. O Estado percorreu alguns trechos da obra em Pernambuco na semana passada e encontrou estruturas de concreto estouradas e com rachaduras, vergalhões de aço abandonados e diversos trechos em que o concreto fica lado a lado com a terra seca do sertão nordestino.
O Ministério da Integração Nacional afirma que é de responsabilidade das empresas contratadas a conservação do que já foi feito e que caberá a elas refazer o que está se deteriorando. Informa ainda que vai promover novas licitações em 2012 para as chamadas obras complementares, trechos em que a pasta e as empreiteiras não conseguiram chegar a um acordo sobre preço. Segundo o ministério, as obras estão paralisadas em 6 dos 14 lotes e em um deles o serviço ainda será licitado.
Marcada por controvérsias, a obra da transposição começou a sair do papel em 2007 e, no ano seguinte, com os canteiros em pleno funcionamento, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sua então ministra-chefe da Casa Civil e mãe do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) fizeram uma vistoria pela região para fazer propaganda da ação. Os dividendos eleitorais foram colhidos no ano passado por Dilma. Em Pernambuco, Estado onde começa o desvio das águas, ela obteve mais de 75% dos votos válidos no segundo turno da eleição. Nas cidades visitadas pelo Estado, onde as obras estão agora abandonadas, o desempenho foi ainda melhor. Em Floresta, a presidente obteve 86,3%; em Cabrobó e Custódia, 90,7%; e em Betânia, 95,4%.
Prometida para o final do governo Lula, a obra tem seu prazo de entrega sucessivamente adiado. A nova previsão é concluir os 220 quilômetros do eixo leste, de Floresta a Monteiro (PB), até o fim de 2014 e terminar no ano seguinte os 402 quilômetros do eixo norte, que sai de Cabrobó para levar água ao Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte. A obra está atualmente orçada em R$ 6,8 bilhões, 36% a mais do que a projeção inicial. Segundo o ministério, foram empenhados R$ 3,8 bilhões para a obra e pagos R$ 2,7 bilhões às construtoras.
Abandono. Durante três dias, a reportagem percorreu cerca de 100 quilômetros da extensão dos canais da obra. O abandono foi a tônica da viagem, com canteiros completamente parados. As únicas exceções foram as partes da transposição sob responsabilidade do Exército.
Em um dos trechos visitados, na divisa das cidades pernambucanas de Betânia e Custódia, cerca de 500 metros de concreto estão totalmente quebrados, com pedaços se soltando do solo. Esse trecho terá de ser refeito para a água do São Francisco passar. O padre Sebastião Gonçalves, da diocese de Floresta, foi quem encontrou o trecho destruído durante vistoria frequente que faz pelas obras. “As empresas abandonaram as obras e já começou a se perder o trabalho feito. É um desperdício inexplicável.”
A parte que aparece com as maiores avarias está no lote 10 da obra, que teve as obras iniciadas pelas construtoras Emsa e Mendes Júnior. Segundo moradores da região, as máquinas começaram a ser retiradas desde o início do ano passado. Há cerca de dois meses, os funcionários foram demitidos, deixando os alojamentos como aspecto de cidade fantasma, onde só restam vigias e alguns funcionários administrativos. “É uma situação caótica, está tudo parado”, reclama Manoel Joaquim da Silva, coordenador do sindicato dos agricultores familiares de Floresta e companhia constante do padre Sebastião Gonçalves no acompanhamento das obras.
A Mendes Júnior informou não participar mais do consórcio, enquanto a Emsa não enviou respostas aos questionamentos. O Ministério da Integração disse já ter sido informado das rachaduras e notificado a Emsa por meio de ofício no dia 26 de outubro. Segundo a pasta, as obras da empresa serão retomadas em janeiro de 2012.
A reportagem encontrou início de deterioração em outro lote da obra, o de número 9, também no eixo leste. Paredes de concreto começam a rachar próximo ao local onde será construído o aqueduto sobre a BR-316, também em Floresta. Em outra área, vergalhões de aço para a construção de uma ponte para o canal passar foram abandonados e parte do material já foi até roubado. O lote é de responsabilidade das construtoras Camter e Egesa. O Estado não recebeu resposta da Egesa e não conseguiu contato com a Camter.
Contraste. No eixo norte, o contraste entre as obras do Exército e o abandono por parte das empreiteiras está bem próximo. Dez quilômetros à frente de onde homens fardados seguem seu trabalho, há um canteiro abandonado do Consórcio Águas do São Francisco ainda com máquinas para a fabricação de concreto que sequer foram retiradas. Percorrendo mais dez quilômetros, encontra-se um grande vão onde as explosões foram feitas, mas o canal ainda não recebeu concreto.
Fonte: Estadão
ALELUIA ALERTA PARA ‘MENTIRAS ELEITORAIS’ DO PT
“A população precisa ficar atenta às mentiras eleitorais do PT. A transposição do rio São Francisco já foi desmascarada, abandonada que está pela presidente Dilma. E, na Bahia, o governador Jaques Wagner pratica seu talento de ilusionista com a ponte Salvador/Itaparica”, alerta o presidente estadual do Democratas, José Carlos Aleluia. O problema, na opinião do líder oposicionista, é que esses truques petistas à base de propaganda fazem desaparecer o dinheiro público e, o pior, exploram a boa fé do povo, enganando-o e induzindo-o ao erro na hora do voto.
"Como é que o governador Wagner se propõe a construir uma ponte com mais de 10 quilômetros sobre o mar para ligar Salvador a Itaparica, se não consegue concluir uma passarela com poucas dezenas de metros na Avenida Paralela?”, questiona o democrata. Aleluia destaca que a mentira petista para a eleição do ano que vem é o metrô da Paralela. “Anunciam o novo metrô da Paralela, mas até hoje não botaram para funcionar o projeto inicial, que o PT contribuiu para reduzir a seis quilômetros e transformá-lo no ‘metrô calça-curta”. Para Aleluia, o dom de iludir de Wagner e sua turma do PT causaria inveja ao grande mágico ilusionista Houdini. “Não sei se Houdini tinha talento para enganar tanta gente e fazer desaparecer tanto dinheiro público?”.
FONTE: BLOG DO GERALDO JOSÉ
http://www.geraldojose.com.br/index.php?sessao=inicio&pagina=1
domingo, 4 de dezembro de 2011
OBRAS DE TRANSPOSIÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO ESTÃO ABANDONADAS
O que seria a maior obra do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e o sonho do petista de levar desenvolvimento para o Nordeste, foi abandonado por construtoras e o trabalho realizado até agora da transposição do Rio São Francisco começa a se perder. Reportagem do jornal O Estado de São Paulo, deste domingo (4), mostra que alguns trechos em Pernambuco estão com as estruturas de concreto estouradas e com rachaduras, vergalhões de aço abandonados e diversos trechos em que o concreto fica lado a lado com a terra seca do sertão nordestino. A obra está atualmente orçada em R$ 6,8 bilhões, 36% a mais do que a projeção inicial. Segundo o Ministério da Integração Nacional, foram empenhados R$ 3,8 bilhões para a obra e pagos R$ 2,7 bilhões às empresas. Durante três dias, os repórteres do diário paulista percorreram cerca de 100 km da extensão dos canais das construções, e o abandono é visível, com canteiros completamente parados. As únicas exceções foram as partes sob responsabilidade do Exército brasileiro. "É uma situação caótica, está tudo parado", reclamou Manoel Joaquim da Silva, coordenador do sindicato dos agricultores familiares de Floresta, município pernambucano que deu à presidente Dilma Rousseff (PT) 86,3% dos votos válidos.
FONTE: Blog do Geraldo José http://www.geraldojose.com.br/index.php?sessao=inicio&pagina=1
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
COMITIVA DO DIRETÓRIO DO PC DO B DE SENTO SÉ É RECEBIDA PELO SUPERINTENDENTE DE TECNOLOGIA E INOVAÇÃO EM SAÚDE DA BAHIA
Uma comitiva do Diretório Municipal do PC do B de Sento Sé foi recebida quarta-feira (23), pelo Superintendente de Tecnologia e Inovação em Saúde do Estado, Alfredo Boa Sorte, em Salvador. Na oportunidade os militantes partidários Peranclis e Adriano Gonzaga, respectivamente, Presidente e Vice do Diretório Municipal do partido em Sento Sé, debateram temas relacionados à prestação de saúde, em ação integrada no âmbito estadual e municipal, além do fortalecimento do projeto político do partido, que pretende disputar as eleições majoritárias de 2012, lançando candidatura própria.
Demonstrando preocupação com o amadurecimento do projeto que será apresentado para debate com o povo sentosseense, a comitiva busca definir para os próximos dias, encontros em Brasília no Ministério de Minas e Energia e Ministério do Esporte, com vista a tratar das demandas locais e iniciativas políticas para a geração de emprego e renda, com destaque para o campo da energia eólica, e o fortalecimento do esporte no município, diante dos incentivos financeiros oriundos das Olimpíadas e Copa do Mundo no Brasil.
Ascom PCdoB
Fonte: http://www.geraldojose.com.br/index.php?sessao=noticia&cod_noticia=21404
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
PRIVATIZAÇÃO X COELBA
Prometendo grandes melhoras nos setor, o governo estadual defendeu com unhas e dentes a privatização da estatal que gerenciava a energia elétrica produzida e consumida na Bahia.
Sacrificando o consumidor com a duplicação da tarifa de energia, ele conseguiu atrair um certo número de pretendentes à compra das ações da Coelba, para no final, vender àquele que oferecesse o maior montante, tornando-se, assim, dono de um patrimônio invejável, mais que isso, dono de uma arrecadação mensal de "encher os olhos" de qualquer empresa ou grupo empresarial.
Na verdade, o governo de nosso estado, seguindo a linha do governo federal, fez um festival de propagandas de que o dinheiro arrecadado com a venda da Coelba seria empregado na realização de grandes obras no Estado, sobrando também mais verbas para investir no "social" e, mais que isso, os usuários do setor teriam incontáveis benefícios com a passagem da tão "gorda" Coelba para o setor privado, onde melhoraria tanto a qualidade dos serviços prestados, como os preços tarifários, já que, teoricamente, é isso que se espera na privatização de uma distribuidora de energia elétrica.
Acontece que até o momento não houve redução de tarifa e muito menos e muito menos melhora na prestação do serviço., onde o que se observa é um grande número de reclamações; inclusive pelo péssimo atendimento ao consumidor, onde até alguns meses atrás, se o usuário não efetuasse o pagamento da sua conta mensal até a data do vencimento, sofria o "corte" do fornecimento de energia, a partir do décimo dia de atraso; sem nenhum aviso prévio, as vezes injustamente.
Foi necessária uma lei promulgada em instâncias superiores para amenizar esse constrangimento; sendo observado no momento que a concessionária de energia realiza um "corte simbólico", o qual consta de um aviso de que a conta do referido usuário encontra-se em atraso e que, caso não seja regularizada a situação, dentro de um certo prazo será bloqueado o fornecimento de energia, sendo que tal aviso afixado no contador de energia.
Em nossa cidade, inúmeros são os reclames da população, que se sente no direito de ter uma prestação de serviços à altura das propagandas do governo; sem contat com a situação por que passam os funcionários da Coelba, que vivem na incerteza de amanhecerem com os seus empregos.
Outrora, quando ocorria uma falha no fornecimento de energia ou outro problema qualquer, existia uma equipe de prontidão na Coelba, serviço esse que funcionava 24 horas, ininterruptamente. Hoje, após a extinção desse serviço, o usuário aciona a empresa por telefone e, sorte a dele quando é atendido.
Não era isso que esperávamos da privatização de uma estatal tão lucrativa.
ARTIGO DO PROFº MARTINS, PUBLICADO EM MAIO DE 1998, NO JORNAL DE JUAZEIRO, HOJE DIÁRIO DA REGIÃO. EDIÇÃO Nº 2827 ANO XXV.PÁG. 02.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
politica atual no brasil
vejam so que ironia,o brasil esta sendo governado por politicos que outrora eram rebeldes,sobversivos,
grevistas,e esses mesmos pregavam a liberdade,justiça,igualde,salario digno,essa linha de pensamento
que esses politicos pregaram so durou ate eles chegarem ao poder.
dai para ca,so vimos corrupção emm todas as esferas do governo,em vez da justiça que eles mesmos
pregavam,palsou-se para o bom e velho acordão para que ninguem seja punido,a unica liberdade que eles emtedem e a libeerdade de roubar o dinheiro publico sem complicação nenhua.
salario digno para os politicos,esmolas para oa trabalhadores,e ai daqueles que fizerem greve neste
governo toda e qualquer greve e ilegal sendo reprimida com pancada!!!com muita pancada!!!!.
agora lhe pergunto caro leitor que tipo de democracia e essa?
se voce leitor parar so um pouco e pensar verar que o brasil e a unica democracia que o cidadão e obrigado a quase tudo,vc e obrigado a servir nas forças armadas,a votar,se vc possuir algum veiculo
tambem e obrigado a pagar um tal de seguro obrigatorio chamado dpvat,que queira deus vc nunca
precisse porque a burocracia e tamta que se por ventura o cidadão chegar a receber,alem de ser uma
merreca e com muito,muito tempo mesmo.isso sem falar dos outros impostos que pagamos todos os
dias,mas nós brasileiros temos a irritante mania de achar que esta tudo bem, temos que mudar nossa
forma de pensar e de agir.
essa imundisse que esta a nosso sociedade,tem muitos cupados,mas se vc queser ver algus basta olhar
na tv,revistas,na casa do seu vizinho ,e por favor não deixe de olhar no espelho.
Fonte: http://js15314.blogspot.com
segunda-feira, 18 de julho de 2011
ANIVERSÁRIO DE JUAZEIRO - 133 ANOS: COMEMORAÇÃO MEDÍOCRE
Na noite do dia 14 de julho, véspera do aniversário da cidade de Juazeiro, enquanto o prefeito Isaac Carvalho estava reunido com a elite na festa de lançamento do JUAZEIRO RODEIO MUSIC na área livre de um posto de combustíveis na Avenida Raul Alves, o seu assessor/secretário Paulo César Carvalho se esforçava para animar as poucas pessoas presentes ao evento organizado pela Prefeitura Municipal em comemoração aos 133 anos de emancipação de Juazeiro.
Ficou feio para a administração municipal realizar um evento com pouquíssima divulgação, quando em outros tempos a população enchia a Orla Fluvial para comemorar o aniversário da cidade, com um palco atravessado num ponto de maior largura daquela artéria, e uma grande multidão comemorava até a madrugada.
O cenário que se viu essa semana foi um pequeno palco montado na área onde antigamente ficava o “Vaporzinho”, um som de péssima qualidade e alguns músicos se esforçando para se apresentarem para um público que não passava de dez pessoas. Após 22 horas o sanfoneiro Sérgio do Forró iniciou sua apresentação, com seus músicos se apertando por falta de espaço no palco e dois casais de bailarinos tentando, sem sucesso, desenvolverem suas coreografias, demonstrando em seus semblantes grande frustração.
O sanfoneiro suportou aquela situação até a meia noite, quando foi realizada a queima de fogos, que durou dez minutos, com fogos de todos os tipos e cores, quando então Sérgio do Forró tocou mais uma música e se despediu de todos e encerrou o evento, que ficou na história como apenas mais uma tentativa do governo da mudança de enganar o povo.
Nem os funcionários da prefeitura estavam presentes ao evento. Pois aquela praça do antigo “vaporzinho” coube as pessoas presentes. Não havia ninguém dos escalões superiores do prefeito Issac para dar um apoio moral a Paulo César. O mesmo vez em quando pegava o microfone e, sem sucesso, tentava animar o público e cantou até o primeiro trecho da música de Luiz Gonzaga, que entoa a palavra Juazeiro, mas no meio da música “desconfiou” e entregou o microfone, dizendo que não iria mais atrapalhar. Pobre Paulinho, colocado para encher lingüiça num medíocre evento, que mostrava claramente a decadência do governo que ora se encontra à frente do município.
Ao observar o palco, passou perto de mim, pelo asfalto da avenida, um senhor e um rapaz e um dos mesmos fez o seguinte comentário: “Que palhaçada! Era melhor não ter feito nada".
E para não ser injusto, quero registrar que estava sentado no espaço de um bar particular da orla, o senhor Gaminha, porém, sem levantar em momento algum para se comunicar com Paulo César. Também estava presente, Hélio, assessor do Prefeito, no meio do público, porém sem somar muito com o evento.
Palco grande e estrutura de som tinha na “Virada Cultural”, na orla nova.
WAGNER SILAS - ENGENHEIRO, PROFESSOR E JORNALISTA - JUAZEIRO-BA.
Ficou feio para a administração municipal realizar um evento com pouquíssima divulgação, quando em outros tempos a população enchia a Orla Fluvial para comemorar o aniversário da cidade, com um palco atravessado num ponto de maior largura daquela artéria, e uma grande multidão comemorava até a madrugada.
O cenário que se viu essa semana foi um pequeno palco montado na área onde antigamente ficava o “Vaporzinho”, um som de péssima qualidade e alguns músicos se esforçando para se apresentarem para um público que não passava de dez pessoas. Após 22 horas o sanfoneiro Sérgio do Forró iniciou sua apresentação, com seus músicos se apertando por falta de espaço no palco e dois casais de bailarinos tentando, sem sucesso, desenvolverem suas coreografias, demonstrando em seus semblantes grande frustração.
O sanfoneiro suportou aquela situação até a meia noite, quando foi realizada a queima de fogos, que durou dez minutos, com fogos de todos os tipos e cores, quando então Sérgio do Forró tocou mais uma música e se despediu de todos e encerrou o evento, que ficou na história como apenas mais uma tentativa do governo da mudança de enganar o povo.
Nem os funcionários da prefeitura estavam presentes ao evento. Pois aquela praça do antigo “vaporzinho” coube as pessoas presentes. Não havia ninguém dos escalões superiores do prefeito Issac para dar um apoio moral a Paulo César. O mesmo vez em quando pegava o microfone e, sem sucesso, tentava animar o público e cantou até o primeiro trecho da música de Luiz Gonzaga, que entoa a palavra Juazeiro, mas no meio da música “desconfiou” e entregou o microfone, dizendo que não iria mais atrapalhar. Pobre Paulinho, colocado para encher lingüiça num medíocre evento, que mostrava claramente a decadência do governo que ora se encontra à frente do município.
Ao observar o palco, passou perto de mim, pelo asfalto da avenida, um senhor e um rapaz e um dos mesmos fez o seguinte comentário: “Que palhaçada! Era melhor não ter feito nada".
E para não ser injusto, quero registrar que estava sentado no espaço de um bar particular da orla, o senhor Gaminha, porém, sem levantar em momento algum para se comunicar com Paulo César. Também estava presente, Hélio, assessor do Prefeito, no meio do público, porém sem somar muito com o evento.
Palco grande e estrutura de som tinha na “Virada Cultural”, na orla nova.
WAGNER SILAS - ENGENHEIRO, PROFESSOR E JORNALISTA - JUAZEIRO-BA.
terça-feira, 21 de junho de 2011
ESSE FILME JÁ ASSISTIMOS!

Parte da maquete do anel viário
Depois de esperarmos 10 anos com o alargamento da ponte Presidente Dutra se arrastando, somos surpreendidos com o DENIT anunciando a construção de rampas PROVISÓRIAS para subirmos e descermos na cabeceira da ponte pelo lado juazeirense.
Utilizaremos provisoriamente essas rampas por quanto tempo? Isso depende da milionária obra do ANEL VIÁRIO.
Anel viário esse que tá sendo prometido pelo Ministério dos Transportes para ter sua licitação iniciada no final do mês de julho. Só esperamos que seja em julho ainda de 2011. E rogamos a Deus que em menos de 10 anos tenhamos realmente esse anel viário, com vias expressas e viadutos, se não teremos a "ponte picolé" transformada na "ponte do primo rico e do primo pobre", onde após ter um acesso de mais de vinte anos com um estruturado viaduto do lado petrolinense, para chegar em duas pobres rampas do lado baiano.
Juazeiro precisa acordar e cobrar das suas lideranças mais empenho pela nossa cidade.
Cadê a Polícia Rodoviária Federal(PRF) que estava no contorno entre a empresa São Luis e o "Vilela"? Por incrível que pareça levantou acampamento e desabou de volta para Senhor do Bonfim. A delegacia da PRF da cidade de Bonfim cobre a BR 407 desde Jacuipe até Juazeiro. Só que Juazeiro fica totalmente descoberta. Só temos a presença da Polícia Rodoviária no Carnaval ou em uma operação muito especial e isso é um absurdo. Já que não conseguimos trazer uma delegacia da PRF para Juazeiro, o governador poderia lutar para que Jacuipe e Capim Grosso fosse atendida pela delegacia de Feira de Santana ou outra da região e que a delegacia de Bonfim passasse a atender mais efetivamente a nossa Juazeiro.
VAMOS ACORDAR! É hora de cobrarmos nossos direitos.
Wagner Silas Martins é professor, engenheiro e jornalista.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Túnel de transposição do rio São Francisco desaba no Ceará

Parte de um túnel das obras de transposição do Rio São Francisco localizado entre os Estados do Ceará e da Paraíba desabou. O túnel Cuncas I, que chegará a 15 quilômetros de extensão, teve 50 metros de sua estrutura destruída no trecho que fica no município de Mauriti, no interior cearense, a 516 quilômetros de Fortaleza.
O incidente ocorreu no último dia 21, mas o fato só veio à tona na última quarta-feira (27), divulgado pelo Ministério da Integração Nacional, responsável pela obra orçada em R$ 4,5 bilhões, que prevê a construção de dois canais que totalizam 700 quilômetros de extensão, e promete distribuir água para todo semiárido nordestino. Parte do teto ruiu quando operários trabalhavam na perfuração do túnel.
A Assessoria de Comunicação Social do Ministério da Integração Nacional informou, por nota, que “não houve qualquer dano físico entre os trabalhadores", e listou os motivos que teriam levado ao desmoronamento da estrutura.
Conforme a nota técnica, o deslizamento de solo na entrada do túnel aconteceu “devido à consistência não uniforme do solo encontrado naquele ponto". Segundo a explicação divulgada pelo ministério, nesse tipo de escavação em solo "podem ocorrer imprevistos geológicos que induzem a ruptura de teto, acarretando, assim, o desprendimento da terra".
O incidente significa mais um obstáculo no andamento das obras de transposição do rio São Francisco, que já sofreu atrasos com seguidas paralisações.No lado da Paraíba, o trabalho de escavação está próximo de 700 metros. Já no emboque, no Ceará, a perfuração estava ultrapassando os 80 metros quando aconteceu o desmoronamento.
Fonte:IG http://ultimosegundo.ig.com.br/
Quem quer morar no interior?
O Brasil tem 235 cidades médias. Serão muito mais. Elas têm emprego e melhor qualidade de vida

EM ALTA
O São Francisco separa Juazeiro, Bahia (à esq.), de Petrolina, Pernambuco (à dir.). Cidades como essas são as que mais crescem
No século XX, poucos países sofreram um processo de urbanização tão acelerado – e caótico – como o Brasil. Em 1940, o país era uma sociedade rural. Éramos 40 milhões. Sete em cada dez brasileiros moravam no campo. Bastaram duas gerações para a relação se inverter. Em 2000, cerca de 80% dos 170 milhões de brasileiros viviam em cidades. Desses, 70 milhões se concentravam em 22 regiões metropolitanas, com todas as consequências negativas que essa pressão demográfica acarreta: falta de moradia, acesso precário aos serviços de saúde, milhões de crianças fora da escola, saneamento básico quase inexistente, caos no trânsito, poluição, desemprego e violência. Juntem-se a esse caldo de cultura de insatisfação o advento das novas tecnologias e um mercado de trabalho mais competitivo, e se obtêm os ingredientes para explicar duas mudanças significativas no fluxo de pessoas no país.
A primeira mudança envolve a classe média. O inchaço urbano fez surgir nela o sonho de conseguir um emprego longe das capitais. O destino são as cidades de 100 mil a 500 mil habitantes – capazes de aliar bons empregos com qualidade de vida. O movimento começou em São Paulo, nos anos 1990. “Em Campinas e Santos vêm sendo lançados condomínios de luxo para o público de alta renda de São Paulo”, diz Alberto Eichman Jakob, do Núcleo de Estudos de População da Unicamp.
Em 2008, um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apontou a fuga das capitais como um fenômeno nacional. Entre 2000 e 2007, as cidades médias do Sudeste, do Centro-Oeste e do Norte cresceram mais que as pequenas (com menos de 100 mil habitantes) e as grandes (mais de 500 mil). Quando a economia de uma cidade cresce, ela atrai quem procura melhores trabalhos, e sua população aumenta. “O principal crescimento populacional acontece hoje nas cidades médias, em todas as regiões do país”, diz o sociólogo Demétrio Magnoli, doutor em geografia humana. “O grande atrator não é mais a metrópole. Tanto as capitais quanto as cidades pequenas estão perdendo gente para as médias.”
A segunda mudança na demografia é o fim do fluxo de nordestinos para o Sudeste. As razões são a falta de oportunidades de trabalho para a mão de obra menos qualificada e o elevado custo de vida. Os antigos migrantes começam a fazer o caminho de volta. “A ideia entre os nordestinos era que bastava ir para o sul e conseguir trabalho ou um bico qualquer”, diz Jakob, da Unicamp. “Hoje, nem o bico existe mais.”
O aumento do salário mínimo e das aposentadorias, somado a programas de transferência de renda como o Bolsa Família, fez milhões de nordestinos que não tinham renda começar a consumir. Desde 2000 a economia nordestina cresce acima da média nacional.
Quem mais cresce, também no Nordeste, são as cidades médias. É o caso de Juazeiro, na Bahia, e Petrolina, em Pernambuco, duas das 235 cidades médias do país. Juazeiro e Petrolina ficam no sertão, uma diante da outra, às margens do São Francisco. Juntas, formam um mercado de meio milhão de consumidores. O futuro do Brasil passa por lá.

EM ALTA
O São Francisco separa Juazeiro, Bahia (à esq.), de Petrolina, Pernambuco (à dir.). Cidades como essas são as que mais crescem
No século XX, poucos países sofreram um processo de urbanização tão acelerado – e caótico – como o Brasil. Em 1940, o país era uma sociedade rural. Éramos 40 milhões. Sete em cada dez brasileiros moravam no campo. Bastaram duas gerações para a relação se inverter. Em 2000, cerca de 80% dos 170 milhões de brasileiros viviam em cidades. Desses, 70 milhões se concentravam em 22 regiões metropolitanas, com todas as consequências negativas que essa pressão demográfica acarreta: falta de moradia, acesso precário aos serviços de saúde, milhões de crianças fora da escola, saneamento básico quase inexistente, caos no trânsito, poluição, desemprego e violência. Juntem-se a esse caldo de cultura de insatisfação o advento das novas tecnologias e um mercado de trabalho mais competitivo, e se obtêm os ingredientes para explicar duas mudanças significativas no fluxo de pessoas no país.
A primeira mudança envolve a classe média. O inchaço urbano fez surgir nela o sonho de conseguir um emprego longe das capitais. O destino são as cidades de 100 mil a 500 mil habitantes – capazes de aliar bons empregos com qualidade de vida. O movimento começou em São Paulo, nos anos 1990. “Em Campinas e Santos vêm sendo lançados condomínios de luxo para o público de alta renda de São Paulo”, diz Alberto Eichman Jakob, do Núcleo de Estudos de População da Unicamp.
Em 2008, um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apontou a fuga das capitais como um fenômeno nacional. Entre 2000 e 2007, as cidades médias do Sudeste, do Centro-Oeste e do Norte cresceram mais que as pequenas (com menos de 100 mil habitantes) e as grandes (mais de 500 mil). Quando a economia de uma cidade cresce, ela atrai quem procura melhores trabalhos, e sua população aumenta. “O principal crescimento populacional acontece hoje nas cidades médias, em todas as regiões do país”, diz o sociólogo Demétrio Magnoli, doutor em geografia humana. “O grande atrator não é mais a metrópole. Tanto as capitais quanto as cidades pequenas estão perdendo gente para as médias.”
A segunda mudança na demografia é o fim do fluxo de nordestinos para o Sudeste. As razões são a falta de oportunidades de trabalho para a mão de obra menos qualificada e o elevado custo de vida. Os antigos migrantes começam a fazer o caminho de volta. “A ideia entre os nordestinos era que bastava ir para o sul e conseguir trabalho ou um bico qualquer”, diz Jakob, da Unicamp. “Hoje, nem o bico existe mais.”
O aumento do salário mínimo e das aposentadorias, somado a programas de transferência de renda como o Bolsa Família, fez milhões de nordestinos que não tinham renda começar a consumir. Desde 2000 a economia nordestina cresce acima da média nacional.
Quem mais cresce, também no Nordeste, são as cidades médias. É o caso de Juazeiro, na Bahia, e Petrolina, em Pernambuco, duas das 235 cidades médias do país. Juazeiro e Petrolina ficam no sertão, uma diante da outra, às margens do São Francisco. Juntas, formam um mercado de meio milhão de consumidores. O futuro do Brasil passa por lá.
sábado, 5 de março de 2011
ALGUÉM SABE QUE ESPAÇO É ESSE DA ANTIGA JUAZEIRO?
Ou paga caução ou seu filho morre!!!
Professor Martins - Juazeiro-BA
Essa semana, um amigo meu, enfermeiro, que se desdobra em três empregos, entre as clínicas e hospitais de Juazeiro e Petrolina, pra tentar dar uma condição melhor pra sua família, passou por uma situação comum às pessoas que necessitam de procedimentos hospitalares de urgência pra um familiar. O que ele presenciava diariamente no seu trabalho, agora acontecia com ele. A realidade nua e crua estava diante de um homem sem muitos recursos financeiros, em pleno início de ano, após gastos iniciais com a escola dos filhos, etc., etc., etc.
O fato é que sua esposa foi fazer um parto, com pagamento particular, a vista, num hospital desses, tipo cooperativa médica, e aconteceu que, ao dar a luz à criança houve uma complicação e o filho do casal correu risco de morte e o pai foi informado que precisava pagar uma "caução" no valor de dois mil reais, ou seja, era necessário deixar essa quantia com o hospital como garantia de pagamento dos procedimentos, para que fossem iniciado o atendimento do recém-nascido.
O pai prontamente autorizou que cuidassem da saúde do filho e saiu do hospital para providenciar um cheque de um amigo. Ao retornar, foi informado que não seria aceito cheque e aquele pai teve que mais uma vez sair para "se virar nos trinta".
Com isso o tempo passou e, quando o diretor do hospital soube que já haviam se passado quatro horas de internamento da criança, já tendo se esgotado o valor da tal calção, ou seja 3 mil reais, e o pior que havia se iniciado o atendimento à criança sem a efetivação do pagamento da famigerada caução, prontamente determinou a vinda da profissional que liberou o processo para receber sua demissão.
O pai foi informado de que precisava providenciar mais dinheiro e então solicitou a transferência do filho para uma uti neo-natal de um hospital do vizinho município onde presta serviços. Nesse momento os médicos lhe informaram que não dispunham de uma ambulância com equipamentos indispensáveis à manutenção da vida do bebê.
Nesse momento o aflito pai, natural de um outro estado, sozinho na nossa calorosa e tão receptiva cidade, só teve uma coisa a fazer. Se apresentou como profissional da área de saúde, acostumado a ver pessoas e mais pessoas passando por aquela situação que ora ele passava e fez uma série de intimatos. Comunicou que não tinha mais como conseguir dinheiro algum. Que, por esse motivo, exigia que parasse o aumento da tal taxa de caução. Que a funcionária não fosse demitida e que o hospital imediatamente, por ele não ter dinheiro, preparasse um documento se responsabilizando pelo transporte do filho dele até o outro hospital.
Isso resultou na permanência do recém-nascido no hospital e a paralisação da tal caução.
Esse é apenas mais um retrato dos percalços a que um trabalhador brasileiro tem que se submeter na luta pela sobrevivência. E olha que a narrativa superior fala de um homem com três empregos.
E ainda querem ressuscitar uma tal CPMF, que entra pelo ralo da inoperância e malandragem, não sobrando nada nada pra saúde do pobre brasileiro.
Professor Martins é Jornalista e Engenheiro.
Essa semana, um amigo meu, enfermeiro, que se desdobra em três empregos, entre as clínicas e hospitais de Juazeiro e Petrolina, pra tentar dar uma condição melhor pra sua família, passou por uma situação comum às pessoas que necessitam de procedimentos hospitalares de urgência pra um familiar. O que ele presenciava diariamente no seu trabalho, agora acontecia com ele. A realidade nua e crua estava diante de um homem sem muitos recursos financeiros, em pleno início de ano, após gastos iniciais com a escola dos filhos, etc., etc., etc.
O fato é que sua esposa foi fazer um parto, com pagamento particular, a vista, num hospital desses, tipo cooperativa médica, e aconteceu que, ao dar a luz à criança houve uma complicação e o filho do casal correu risco de morte e o pai foi informado que precisava pagar uma "caução" no valor de dois mil reais, ou seja, era necessário deixar essa quantia com o hospital como garantia de pagamento dos procedimentos, para que fossem iniciado o atendimento do recém-nascido.
O pai prontamente autorizou que cuidassem da saúde do filho e saiu do hospital para providenciar um cheque de um amigo. Ao retornar, foi informado que não seria aceito cheque e aquele pai teve que mais uma vez sair para "se virar nos trinta".
Com isso o tempo passou e, quando o diretor do hospital soube que já haviam se passado quatro horas de internamento da criança, já tendo se esgotado o valor da tal calção, ou seja 3 mil reais, e o pior que havia se iniciado o atendimento à criança sem a efetivação do pagamento da famigerada caução, prontamente determinou a vinda da profissional que liberou o processo para receber sua demissão.
O pai foi informado de que precisava providenciar mais dinheiro e então solicitou a transferência do filho para uma uti neo-natal de um hospital do vizinho município onde presta serviços. Nesse momento os médicos lhe informaram que não dispunham de uma ambulância com equipamentos indispensáveis à manutenção da vida do bebê.
Nesse momento o aflito pai, natural de um outro estado, sozinho na nossa calorosa e tão receptiva cidade, só teve uma coisa a fazer. Se apresentou como profissional da área de saúde, acostumado a ver pessoas e mais pessoas passando por aquela situação que ora ele passava e fez uma série de intimatos. Comunicou que não tinha mais como conseguir dinheiro algum. Que, por esse motivo, exigia que parasse o aumento da tal taxa de caução. Que a funcionária não fosse demitida e que o hospital imediatamente, por ele não ter dinheiro, preparasse um documento se responsabilizando pelo transporte do filho dele até o outro hospital.
Isso resultou na permanência do recém-nascido no hospital e a paralisação da tal caução.
Esse é apenas mais um retrato dos percalços a que um trabalhador brasileiro tem que se submeter na luta pela sobrevivência. E olha que a narrativa superior fala de um homem com três empregos.
E ainda querem ressuscitar uma tal CPMF, que entra pelo ralo da inoperância e malandragem, não sobrando nada nada pra saúde do pobre brasileiro.
Professor Martins é Jornalista e Engenheiro.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Deputado Federal Josias Gomes está convicto de que navegabilidade do São Francisco vai sair do papel

“Estamos convictos de que agora o projeto da hidrovia do rio São Francisco vai sair do papel, onde se encontra há mais de cem anos, para a realidade”, enfatizou, o deputado federal Josias Gomes, do PT da Bahia. Com atuação política também na região do Velho Chico, Josias construiu seu otimismo a partir de um novo esforço que está sendo desenvolvido pelo governador Jacques Wagner, e que conta com o apoio decidido do ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho.
De acordo com a revista Isto É, que circula neste final de semana (05 e 06), Wagner e Coelho estão unindo esforços em torno do investimento, que é do interesse da Bahia e de Pernambuco. Ainda segundo a revista, Wagner, além da recuperação da navegabilidade, quer revitalizar as margens do Velho Chico. Isto É diz, também, que Paulo Coelho, pai do ministro, é um entusiasta da obra e seu filho Fernando tem compromisso afetivo com o ambicioso projeto. O custo previsto da hidrovia é de R$ 150 milhões.
O projeto de navegabilidade do Rio São Francisco está incluído no Programa de Revitalização e é vinculado como essencial ao desenvolvimento de toda a região. Segundo matéria da Codevasf, a revitalização do rio São Francisco passa pela melhoria das condições ambientais e físicas do seu leito fluvial. A reestruturação da navegação regional refletirá, entre outros aspectos, na melhoria da infra-estrutura dos vilarejos marginais e em trabalho e renda para os ribeirinhos.
O deputado Josias Gomes adiantou sua disposição em contribuir com o governador Jacques Wagner nessa diligência em favor da navegabilidade do São Francisco. “Nós que convivemos no dia a dia do trabalho político com o povo de toda aquela região, sabemos o tamanho da esperança geral em ver concretizado o projeto de navegabilidade do São Francisco, e tudo faremos para ajudar o governo baiano na sua garantia, com recursos do governo federal”.
Da assessoria do deputado federal Josias Gomes
FONTE: http://www.geraldojose.com.br
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